domingo, 2 de agosto de 2009

Outrora

Não há palavras para descrever sua conduta à frente da direção. Palavras comportam a convergência de ideais comuns, arrojados em seus olhares ressaltados, em meio à convenção da sociedade.

O produto é fantástico em sua interpretação. E pouco adianta o alerta na magia. A vida se encarrega do todo, sem interrupções e se apropria da destreza. As idéias são implícitas em suas raízes, com o acinte de todo o formato presente no conteúdo. A fina mistura se propõe ao gosto do leitor, sem eiras.

O Nordeste é a essência do Brasil, o teu destino. Pode abrir os trabalhos! A felicidade não tem preço. E, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, na perspectiva fluminense, se vira a monotonia.

Tudo o que o homem produz parece um pulsar cultural de todo coração. Qualquer interrupção fere o seu senso. E o que mais importa é o seu dentro. O caminho da vitória é o seu repertório, a sua inspiração, o seu entorno.

Cauda essa que você acessa mediante a perspectiva subjetiva de todo o néctar. A estima pelo vinho representa a gota de seus desejos, além da necessidade e da vontade. Poucos frutos cativam o lance dos leões em sua repercussão. Afinal, o que nasceu primeiro: a necessidade ou o desejo?

Coloca a tua vontade à disposição que eu te direi com quem andas. E mais: a essência é decifrar-te em códigos rubros destituídos de conceitos. Nunca se cala diante da dúvida, do novo. Ainda que seja produto de uma realidade aparatada pelas nuances do livre-arbítrio. Então, para que serve tanta subjetividade? Para que você diga sim a si mesmo, aceite a entrega sem elucubrações.

Toda a minúcia pode ser encontrada em seus olhares concordantes, tão inseguros, embaraçados. Não há prece que me faça ser objetivo. Será preciso? Ao olhar através da perspectiva urbana, o ambiente praiano revela-se eterno. Porém é enganoso pensar um cotidiano tendo em vista a criação original. Não há chance, sem eventualidades. E, de todas, o otimismo é a melhor escolha.
Post Scriptum: Esse texto foi elaborado no Bar Informal, em meio a devaneios etilico-gastronômicos, no encontro altamente agradável da turma de sexto período de Comunicação Social, da FACHA Méier.

Um comentário:

elielsojs disse...

Filipão, é sempre um aprendizado ler seus textos.
Abraço e parabéns.
Alexandre Braz.